Monday, July 19, 2021

O que visitar em Arcos de Valdevez

Roteiro turístico: o que visitar em Arcos de Valdevez

O que visitar em Arcos de Valdevez? Quais os melhores pontos de interesse turístico? Neste guia de viagem vamos revelar todo o nosso roteiro para uma das vilas mais bonitas do Alto Minho, localizada na região Norte de Portugal.

Aproveite e venha conosco descobrir os principais locais a visitar para uma escapadinha de fim de semana a dois ou umas férias de verão em família.

Arcos de Valdevez é uma vila com alma. Não é apenas um conjunto de monumentos que devemos visitar. Cada rua, cada ponte e cada monumento conta uma história e acrescenta saber à nossa cultura geral.

Por existirem muitos atrativos históricos, religiosos e naturais, preparámos um roteiro de viagem para que possa organizar de forma mais racional e eficiente a sequência dos seus passeios. Esperamos que seja útil para você!

Saiba o que visitar em Arcos de Valdevez. Aqui, selecionamos os melhores pontos turísticos para conhecer na região de Arcos de Valdevez. Confira agora!

Arcos de Valdevez: vale a pena conhecer e passar férias

Parte da região do concelho de Arcos de Valdevez encontra-se banhada pelo rio Vez, um rio de montanha situado no sopé da Serra do Soajo, integrada no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Há locais mágicos e maravilhosos no concelho de Arcos de Valdevez para as férias de verão: belas praias fluviais, poços e cascatas paradisíacas podem ser encontradas a poucos minutos de carro do centro da vila.

Existem também miradouros naturais e trilhos para um circuito pedonal à descoberta da fauna e flora locais-, assim como os atrativos históricos são apenas alguns dos motivos pelos quais não pode perder Arcos de Valdevez.

Onde ficar a dormir em Arcos de Valdevez

Foto divulgação: Quinta do Olival

Vai visitar Arcos de Valdevez e não sabe onde ficar a dormir na região? Clique nos links do Booking e confira as sugestões dos melhores alojamentos para uma estadia memorável.

Dica: Se pretende explorar os pontos turísticos que listamos neste artigo, sugerimos ficar em Arcos de Valdevez pelo menos 4 ou 5 dias completos. Assim você vai aproveitar melhor esta bela região minhota e sentir a atmosfera de cada lugar. Vale a pena!

Nota importante: As hospedagens de Arcos de Valdevez têm uma taxa de ocupação alta nos meses de férias escolares, fins de semana, feriados, festas e romarias. Assim sendo, não se esqueça de garantir o seu quarto com antecedência. 

Hotéis confortáveis e bem localizados

Casa nos Penedos: Alojamento Local a 3 km de distância do centro de Arcos de Valdevez. Apresenta acomodações confortáveis, área de lazer com piscina, jardim e comodidades para churrascos, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Café da manhã incluso no valor da diária!

Quinta do Olival: Casa de Campo localizada a 5 km do centro de Arcos de Valdevez. Dispõe de acomodações aconchegantes, piscina e terraço para banhos de sol, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Pequeno almoço incluso no valor da diária!

Moinho do Ázere: Turismo Rural com localização privilegiada junto ao rio Ázere e a 2,7km do centro de Arcos de Valdevez. Disponibiliza unidades confortáveis, inseridas num antigo lagar de azeite. Há também um jardim com comodidades para churrascos e os hóspedes podem realizar atividades ao ar livre nas proximidades. Pequeno almoço incluso no valor da diária!

Casa da Vinha: Turismo Rural com acomodações inseridas numa propriedade rodeada pelas típicas paisagens minhotas e localização tranquila, somente a 8 km do centro da vila. Além dos quartos confortáveis, dispõe de uma piscina, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Pequeno almoço incluso no valor da diária!

Cantinho da Gândara: Turismo Rural a pouco mais de 2 km do centro da vila. Apresenta unidades com kitchenette, piscina, jardim, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Pequeno almoço incluso no valor da diária!

Quinta das Secas: Turismo Rural a poucos metros do rio Ázere e a 1,4 km do centro de Arcos de Valdevez. Disponibiliza acomodações com cozinha equipada, piscina ao ar livre, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Pequeno almoço incluso no valor da diária!

Casa do Pomar – Eido do Pomar: Turismo Rural com localização privilegiada no Lugar do Pomar – Vila Fonche, a 3 km do centro de Arcos de Valdevez. Dispõe de quartos aconchegantes, piscina ao ar livre, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! 

Dicas de viagem: O que visitar em Arcos de Valdevez

O concelho de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, é uma região encantadora! Perto da vila, encontrará diversos locais de interesse e de uma beleza imune à passagem do tempo.

As Serras do Soajo e da Peneda, inseridas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, talvez sejam os expoentes máximos desta bela região minhota. 

Os atrativos turísticos estão conectados por caminhos e estradas que lhe proporcionarão cenários de cortar o fôlego. Aqui ficam as dicas dos lugares mais bonitos para explorar no coração do Alto Minho. Divirta-se!

1 – Centro Histórico de Arcos de Valdevez

Quando visitar Arcos de Valdevez não deixe de passear a pé pelo Centro Histórico da vila. Por ali encontrará alguns dos principais monumentos históricos da região: Igreja da Misericórdia, Cruzeiro setecentista, Relógio de Água, Igreja de Nossa Senhora da Lapa, Capela de Nossa Senhora da Conceição e a Ponte Velha de Arcos de Valdevez sobre o rio Vez

Atravesse a antiga ponte andando e conheça o Cruzeiro do Senhor dos Milagres e a Igreja de São Paio, com uma bela fachada revestida de azulejo português. 

+ Saiba também: roteiro turístico de Ponte de Lima

Locais a visitar perto de Arcos de Valdevez

A maioria das nossas sugestões ficam um pouco mais afastadas do centro da vila. Mas acreditamos que o desvio vale a pena! Descubra os principais lugares a visitar perto de Arcos de Valdevez. Esperamos que goste dos passeios! 

2 – Santuário de Nossa Senhora da Peneda

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O Santuário de Nossa Senhora da Peneda é um monumento majestoso do século XVIII, inserido numa paisagem deslumbrante. Este santuário é um dos pontos de interesse mais importantes e visitados do concelho de Arcos de Valdevez.

Está localizado em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, no Lugar da Peneda – Freguesia de Gavieira, a caminho da vila de Melgaço.

As festas da Nossa Senhora da Peneda são consideradas uma das maiores romarias da região do Minho, atraindo milhares de peregrinos todos os anos durante a primeira semana de setembro.

3 – Lagoa dos Druidas

As quedas d’água do rio da Peneda dão uma forma serena à Lagoa dos Druidas – um dos locais místicos e secretos da Serra da Peneda em pleno Parque do Gerês.

A maneira mais prática de chegar à Lagoa dos Druidas é percorrendo o trilho que começa na pequena aldeia de Tibo, localizada perto do Santuário de Nossa Senhora da Peneda (Gavieira). São apenas 6 km de percurso (ida e volta), com grau de dificuldade relativamente fácil.

A título de curiosidade: o local foi palco de rituais druídicos, uma manifestação religiosa com raízes celtas, onde os seus seguidores veneram a natureza, fazendo dela a base da sua crença. Confira o artigo completo de como chegar à Lagoa dos Druidas

4 – Miradouro de Tibo

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Panorâmica da beleza magnífica da Serra da Peneda, o Miradouro de Tibo, no concelho de Arcos de Valdevez, está localizado a cerca de 800 metros de altitude.

É um dos pontos de parada obrigatória da Serra da Peneda e, uma vez avistando a paisagem, percebe-se instintivamente o porquê.

Visão perfeita e ampla da Fraga das Pastorinhas, incluindo a aldeia de Tibo e o Santuário da Nossa Senhora da Peneda ao fundo, inserido num vale em meio à montanha verdejante. 

5 – Espigueiros do Soajo – Serra do Soajo

Saiba o que visitar em Arcos de Valdevez. Aqui, selecionamos os melhores pontos turísticos para conhecer na região de Arcos de Valdevez. Confira agora!

Em plena Serra do Soajo, na região de Arcos de Valdevez, existe um belo conjunto de espigueiros que são o atrativo mais visitado da vila do Soajo.

Classificada como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico), a Eira Comunitária acolhe 24 espigueiros centenários com vista para a montanha verdejante, inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Os espigueiros eram (e ainda são!) utilizados para secar o milho. Chega-se ao local de carro, e nas imediações há um parque de estacionamento gratuito onde pode deixar a viatura. 

6 – Lagoa da Ponte da Ladeira – Serra do Soajo

A Lagoa da Ponte da Ladeira fica na Serra do Soajo, a 1 km de distância da Eira dos Espigueiros da vila do Soajo. É um ótimo lugar para casais aventureiros, que procuram recantos paradisíacos para relaxar a dois em meio à natureza. 

Localizada junto à antiga Ponte da Ladeira, a piscina natural é formada pelas águas translúcidas do rio Adrão. O cenário é de conto de fadas, e rende momentos inesquecíveis e fotos lindas!

Para lá chegar, há que descer por um trilho cercado de arbustos e vegetação típica minhota. O percurso pedestre de aproximadamente 4km de extensão (ida e volta), começa junto à placa toponímica “Caminho da Ladeira”. Local mágico!

7 – Pelourinho do Soajo – Serra do Soajo

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Classificado como Monumento Nacional desde 1910, o Pelourinho do Soajo está erguido no Largo do Eiró, mesmo em frente ao antigo edifício dos Paços do Concelho, em pleno Centro Histórico da vila do Soajo.

A data da sua construção é duvidosa, apesar de o foral dado à vila por D. Manuel em 1514 possa apontar para a sua construção, iniciando a sua funcionalidade de marco jurisdicional. Vale a pena conhecer! 

8 – Poço Negro do Soajo – Serra do Soajo 

o que visitar em Arcos de Valdevez

Formado por uma pequena queda d’água que desemboca numa lagoa de água verde esmeralda, o Poço Negro é uma das cascatas mais fotografadas da Serra do Soajo, e uma das melhores para nadar e dar uns mergulhos no concelho de Arcos de Valdevez.

Este poço fica num vale profundo do rio Adrão, a 2 km da vila do Soajo. Bem sinalizado e de fácil acesso, é o destino ideal para quem prefere lazer com família e amigos. 

Chegar ao Poço Negro do Soajo não apresenta qualquer desafio. Partindo de Arcos de Valdevez siga pela estrada N202 em direção à vila do Soajo. Ver trajeto no Google Maps.

A partir daí, o Poço Negro fica a 1 km após passar os Espigueiros do Soajo. A descida para a cascata é íngreme mas faz-se por uma escadaria segura. A não perder!

9 – Poço do Bento – Serra do Soajo

A Cascata e Poço do Bento é um dos principais atrativos da Serra do Soajo, uma região exuberante com vegetação típica minhota, no concelho de Arcos de Valdevez.

O atrativo está escondido num vale do rio Adrão, e a única forma de lá chegar é a pé. O trilho pedestre de aproximadamente 5 km de extensão (ida e volta), começa junto à ponte que liga a aldeia do Soajo a Cunhas.

+ Veja também: como ir à Cascata das Lagoas da Mata da Albergaria

10 – Baloiço do Mezio

Trata-se de um dos maiores baloiços de Portugal com 7,60 metros de altura. Às portas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Baloiço do Mezio oferece uma vista incrível de 360 graus a 900 metros de altitude na Serra do Soajo.

Está localizado na freguesia de Cabana Maior, e o acesso é gratuito. As indicações e mapa para chegar ao Baloiço do Mezio desde Arcos de Valdevez, estão disponíveis no Google Maps.

A partir do parque de estacionamento são apenas 100 metros a pé. Acesso fácil. Imperdível no horário do pôr do sol! 

11 – Lagoas da Travanca

A poucos metros do Baloiço do Mezio e do Parque de Campismo da Travanca encontram-se as Lagoas da Travanca, uma das mais belas piscinas naturais do Parque Nacional da Peneda-Gerês. 

Alimentadas pelo rio Ázere, estas lagoas são uma ótima escolha para amigos ou casais aventureiros. As fotos ficam perfeitas!

A estrada que leva os visitantes às Lagoas da Travanca fica a seguir à Porta do Mezio. E o acesso às piscinas naturais começa precisamente onde termina a estrada de alcatrão.

A partir daí só tem de percorrer 100 metros a pé por um passadiço de madeira. Há placas indicando o caminho. Recomenda-se cautela na descida para os banhos. 

12 – Poço da Pipa

Formado pelas águas puras e cristalinas do rio Ázere, o Poço da Pipa é mais uma bela atração natural do concelho de Arcos de Valdevez.

Chegar até ao Poço da Pipa é canja: o trilho é super tranquilo e sem nenhuma dificuldade, bem pertinho da Ponte sobre o rio Ázere, situada na pequena freguesia de Grade e Carralcova.

Nos meses de verão, o local costuma atrair famílias com crianças, por conta do acesso fácil. Espere encontrar uma lagoa paradisíaca, idilicamente rodeada pela vegetação típica minhota.

13 – Praia Fluvial de Vilela

No concelho de Arcos de Valdevez, a Praia Fluvial de Vilela fica situada na margem direita do rio Vez, na localidade de Vilela.

Possui um pequeno areal, várias áreas verdes e um bar de apoio aos visitantes que nesta altura do ano aproveitam as águas do Minho para se banharem.

Para além disso, o local também acolhe a encantadora Ponte Medieval de Vilela, classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1990. 

A ponte é o cartão de visita desta praia e apresenta rampas de acesso e tabuleiro em cavalete, assente em dois belos arcos. Para além disso, na margem esquerda do rio está uma “Alminha” com a imagem de Santa Luzia, onde terá existido uma capela votiva. Vale a pena conhecer!

14 – Paço da Giela

Foto divulgação: visitar Arcos de Valdevez

Localizado na freguesia de Giela, o Paço da Giela é um belo exemplar de arquitetura medieval e moderna, eleito Monumento Nacional desde 1910.

Está fixado numa colina na margem esquerda do Rio Vez, com um visual amplo para o vale e para as terras de Valdevez.

A origem do Paço da Giela está ligada à formação da “Terra de Valdevez”. Atualmente, a torre medieval abriga um surpreendente museu com achados arqueológicos que confirmam a presença humana na região desde há milénios até aos nossos dias.

Para além disso, é de salientar os elementos românicos e góticos e as pomposas janelas manuelinas. Atração imperdível para quem gosta de passeios culturais! 

Horário de funcionamento: aberto de terça a domingo, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00. Entre 15 de junho e 15 de agosto, o horário da tarde é das 15:00 às 19:00.

Entrada: 1€

15 – Bar do Rio – Gondoriz

O Bar do Rio é um local de destaque na oferta de recreio e lazer, localizado na pequena freguesia de Gondoriz, em Arcos de Valdevez.

Cercado por pássaros e muitas árvores frondosas, que dão boas sombras para relaxar, o Bar do Rio apresenta algo único: um contato direto com a natureza, num deck com esplanada debruçada sobre as águas límpidas do rio Vez.

Vale a pena visitar o espaço interior e exterior em qualquer altura do ano, e aproveitar momentos de lazer e convívio em boa companhia!

16 – Praia Fluvial de Cabreiro

Inserida num ambiente rural e idílico, a Praia Fluvial de Cabreiro é um local discreto e isolado. Está localizada num vale formado pelo rio de Cabreiro, um dos afluentes do rio Vez.

Além de toda a sua beleza natural, neste local destaca-se a Ponte Medieval de Cabreiro, um dos exemplares de arquitectura da idade média e moderna existente no concelho de Arcos de Valdevez.

A sua construção parece ter ocorrido no ano de 1462. Recentemente entrou em processo de classificação como imóvel de interesse nacional. 

17 – Poço das Caldeiras

É um dos melhores locais para descansar e tomar um banho refrescante na região de Arcos de Valdevez.

O Poço das Caldeiras está localizado na freguesia de Loureda, inserido no percurso dos Passadiços Lagoas do Vez e Ecovia do Vez, junto à Praia Fluvial das Caldeiras.

O Poço é profundo e as pedras tornam-se escorregadias quando molhadas. Por isso, recomenda-se cautela na hora de ir a banhos.

De resto, é só aproveitar a paisagem e as boas energias em meio à natureza. Há estacionamento nas imediações e o acesso ao local faz-se por uma escadaria íngreme. 

18 – Passadiços Lagoas do Vez

Trata-se do mais recente atrativo turístico do concelho de Arcos de Valdevez. Os recém-inaugurados Passadiços Lagoas do Vez ligam a encantadora Praia Fluvial do Poço das Caldeiras, na freguesia de Loureda, e São Sebastião, na freguesia de Cabreiro, por meio de um percurso de aproximadamente 2 km (4 km ida e volta) ao longo da margem direita do rio Vez.

Durante o percurso, existem diversos pontos de acesso ao rio e às Lagoas do Vez, onde os visitantes poderão relaxar e dar uns belos mergulhos refrescantes nos dias quentes de verão!

Estes novos passadiços também fazem parte da famosa Ecovia do Vez, um percurso que se desenvolve ao longo dos Rios Lima e Vez, numa extensão total de 32,5 km.

O trajeto permite desfrutar da paisagem natural, assim como conhecer o património cultural da região. Está gostando das dicas sobre o visitar em Arcos de Valdevez? Salve o post nos favoritos!

19 – Aldeia de Sistelo

Uma viagem pela região de Arcos de Valdevez não fica completa sem uma visita a Aldeia de Sistelo, uma das aldeias vencedoras das 7 Maravilhas de Portugal, conhecida como “o pequeno Tibete português”.

Além das casinhas tradicionais, os socalcos da aldeia realçam na paisagem verdejante, o que lhe confere um charme especial. A pequena localidade encontra-se às portas do belíssimo Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Mas, o que ver e fazer em Sistelo? Quais os melhores lugares a visitar? Uma vez em Sistelo, faça assim: comece a sua visita percorrendo os Passadiços de Sistelo (2 km de extensão ida e volta).

A seguir, conheça o Castelo de Sistelo, a Igreja Matriz, a Eira dos Espigueiros, o Miradouro dos Socalcos e a Capela e o Miradouro da Estrica. Reserve pelo menos 6 horas para este passeio. 

20 – Saber ao Borralho Restaurante

Saiba o que visitar em Soajo. Aqui, um roteiro turístico do que ver e fazer na Aldeia do Soajo - povoado de montanha, no concelho de Arcos de Valdevez

A culinária típica é um dos pontos fortes da região de Arcos de Valdevez. Com as suas paredes em pedra, uma bela lareira e uma série de outros detalhes indiscutivelmente rústicos, O Saber ao Borralho Restaurante assume a sua alma tipicamente minhota.

O ambiente é aconchegante e o atendimento cordial. Ao nível dos pratos principais, a grande surpresa do cardápio é a carne Cachena DOP assada no forno com batatinhas, a acompanhar com legumes salteados no azeite e arroz de feijão Tarreste. 

Outras sugestões imperdíveis são o Bacalhau à casa com batatas fritas às rodelas, os Secretos de porco preto, os Miminhos do lombo de vitela no espeto, as papas de Sarrabulho e os tradicionais rojões à minhota.

Para quem gosta de um docinho depois da refeição as boas pedidas são: Cheesecake de figo, Tarte de frutos vermelhos, Bolo de bolacha, Pudim de Abade de Priscos e a Mousse de chocolate. 

Endereço: Av. 25 de Abril, Caminho da Costa Velha, 4970-656, Soajo – Arcos de Valdevez, Portugal.

Contato para reservas: 963 708 986

Encerra à segunda e terça-feira

+ Dicas locais a visitar

Agora que você já sabe o que visitar em Arcos de Valdevez, aproveite e confira outros belos locais turísticos para explorar na região Norte de Portugal. 

+ O que visitar em Soajo

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+ Melhores praias fluviais do Gerês

+ Locais a visitar em Vila Nova de Cerveira

+ Visitar a Serra da Cabreira

Ficamos super felizes em ajudar no planejamento da sua viagem. Esperamos que tenha gostado das nossas dicas e sugestões. Obrigada pela visita e seja sempre bem-vindo (a) ao blog!

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Wednesday, July 14, 2021

Serra da Freita

Visitar a Serra da Freita: roteiro com o que ver e fazer

Alguém pediu um verão no paraíso? A Serra da Freita é o destino perfeito para quem gosta de passeios em meio à natureza: trilhos, praias fluviais, poços, cascatas e paisagens de cortar a respiração! Mas o que visitar na Serra da Freita e no Arouca Geopark? Quais os melhores percursos pedestres e pontos de interesse turístico da região? Neste guia vamos revelar todo o nosso roteiro para uma das Serras mais bonitas e famosas de Portugal. Aproveite e venha conosco descobrir os principais locais a visitar para uma escapadinha de fim de semana a dois ou umas férias de verão em família.

Onde fica a Serra da Freita e o Arouca Geopark

O Arouca Geopark está localizado no distrito de Aveiro, a pouco mais de 60 km de distância das cidades de Aveiro e do Porto.

Sua área engloba todo o município de Arouca. Em 2009 foi eleito como Geoparque Mundial da UNESCO, por conta das formações geológicas únicas que se encontram na região. Ao todo são 41 geossítios à espera de serem explorados.

A famosa Serra da Freita faz parte do imponente Maciço da Gralheira, juntamente com a Serra da Arada, de São Macário e do Arestal.

Além do município de Arouca estende-se ainda para os municípios de Vale de Cambra e São Pedro do Sul, mas este último já faz parte do distrito de Viseu.

Vale referir ainda que grande parte dos geossítios do Arouca Geopark (mais concretamente 17 dos 41) está localizada no planalto da Serra da Freita.

Melhor época para visitar a Serra da Freita: quando ir

Já tivemos a oportunidade de visitar a Serra da Freita em todas as estações do ano, e a verdade é que todas elas são extraordinárias.

Nos meses de primavera a Serra da Freita presenteia os visitantes com as cores das flores e as cascatas estão magníficas.

No verão os dias são mais ensolarados, e os pontos turísticos famosos costumam atrair mais pessoas e, por estar muito calor, é mais difícil percorrer a pé alguns trilhos. Em compensação, é a melhor estação do ano para curtir e relaxar nas praias fluviais.

Já no outono, a região recebe os turistas com as cores típicas da estação e a probabilidade de apanhar temperaturas mais baixas é maior. Ainda assim, o outono é uma das alturas perfeitas para realizar percursos pedestres. 

No inverno, admitimos que não é a altura que mais gostamos de visitar a Serra da Freita, por conta da chuva, do nevoeiro e das baixas temperaturas que nos impedem de explorar melhor a região.

Onde ficar a dormir na Serra da Freita

Foto divulgação: Quintãs Farm Houses – Arouca, Serra da Freita

Se procura pelos melhores locais para ficar hospedado durante a sua visita à Serra da Freita e ao Arouca Geopark, saiba que a vila de Arouca e a pequena aldeia de montanha de Albergaria da Serra são os pontos certos.

A vila de Arouca é a localidade que acolhe e concentra a maior oferta de alojamentos e serviços turísticos da região. Para mais, possui acesso fácil à maioria das atrações do Arouca Geopark.

Já Albergaria da Serra conta igualmente com bons acessos e ganha a Arouca na espetacular experiência que é dormir em pleno planalto da Serra da Freita. No entanto, a freguesia é pequena e apresenta poucas ofertas de restaurantes, cafés, alojamentos, agências de turismo, etc.

Caso tenha poucos dias para explorar a região, e levando em conta que a área da Serra da Freita e do Arouca Geopark ainda é considerável, o melhor será dividir as noites de hospedagem por localidades diferentes, ao invés de ficar hospedado no mesmo local. Assim, você perde menos tempo na estrada e ganha mais horas para curtir os lugares mais bonitos da Serra da Freita e do Arouca Geopark.

Como todos sabem a Serra da Freita e o Arouca Geopark são hoje um dos destinos mais procurados para férias em Portugal. Assim sendo, não se esqueça de garantir o seu alojamento com alguma  antecedência. A seguir listamos os nossos alojamentos preferidos para dormir na região. Confira! 

Alojamentos confortáveis e bem localizados 

Quintãs Farm Houses: Alojamento a apenas 200 metros do centro de Arouca. Apresenta unidades confortáveis e equipadas com uma sala de estar, uma cozinha completa com uma área de refeições, quarto aconchegante e banheiro privativo. 

SaberAmar Little Country: Casa de Férias a pouco mais de 5 km do centro de Arouca. Disponibiliza acomodações aconchegantes com vista para a montanha. Possui quartos confortáveis, kitchenette equipada, piscina ao ar livre, Wi-Fi e estacionamento gratuitos!

Casa da Sousa: Alojamento de Turismo Rural localizado a 1,9 km de distância do centro de Arouca. Dispõe de acomodações confortáveis e climatizadas. Além do quarto aconchegante, todas as unidades estão equipadas com uma cozinha completa, pátio e uma sala de estar com lareira. 

Quinta do Pomarinho: Alojamento de Turismo Rural a 800 metros do centro de Arouca. Instalada numa casa renovada do século XIX, a Quinta do Pomarinho apresenta quartos climatizados, piscina ao ar livre, terraço para banhos de sol, jardim, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Café da manhã incluso no valor da diária!

Hotel Rural da Freita: Hotel 3 estrelas localizado na aldeia de Albergaria da Serra, em pleno planalto da Serra da Freita. Dispõe de acomodações modernas com varanda privativa, bar, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! Café da manhã incluso no valor da diária!

Casa do Tanque T2: Apartamento alto padrão situado a 300 metros do centro de Arouca. Apresenta quartos amplos e confortáveis com vista para a montanha, uma cozinha totalmente equipada, jardim, terraço, Wi-Fi e estacionamento gratuitos! 

Roteiro Serra da Freita – Portugal: melhores locais a visitar 

A Serra da Freita é um destino belíssimo e cheio de boas surpresas, que o farão contemplar e refletir! Montanhas, vales, rios e cascatas paradisíacas são apenas algumas das atrações do destino.

Se mora no Centro ou no Norte de Portugal e procura sítios mágicos para realizar passeios e atividades ao ar livre, a Serra da Freita é uma ótima escolha.

Os passeios pela região podem ser feitos de carro, de forma independente, ou através de agências de turismo locais. Nós visitamos a Serra da Freita por conta própria e recomendamos fazer o mesmo!

Veja as dicas essenciais para um roteiro de 1, 2, 3 dias, ou para umas férias prolongadas de 7 dias, por exemplo.

1 – Passadiços do Paiva – Arouca, Serra da Freita

Os Passadiços do Paiva são um belo passeio junto ao rio Paiva. O percurso atrai multidões de visitantes e é, sem dúvida, um dos principais motivos para o sucesso turístico da Serra da Freita.

Felizmente, optamos por fazer a caminhada nos Passadiços do Paiva durante a semana, pelo que havia menos gente na região. 

A paisagem natural é fantástica, e durante o percurso avista-se belas cascatas, praias fluviais, fauna e flora nativa intocada.

O percurso de aproximadamente 9 km estende-se entre as praias fluviais do Areinho e de Espiunca, encontrando-se, entre as duas, a belíssima Praia Fluvial do Vau.

Passagem por Geossítios: Garganta do Paiva (G36); Cascata das Aguieiras (G35); Praia Fluvial do Vau (G30); Gola do Salto (G31); Falha de Espiunca (G32). 

Época aconselhada para visitar os Passadiços do Paiva: Primavera / Outono

Partida: Areinho / Espiunca

Distância a percorrer: 18 km ida e volta

Duração média do trajeto: 4 horas

Nível de dificuldade: Alto

Desníveis: Acentuados 

O que levar: Água, roupa confortável, calçado apropriado para trekking e chapéu. 

2 – Praia Fluvial do Vau

Inserida na área protegida no Geopark de Arouca, a Praia Fluvial do Vau é um recanto paradisíaco para desfrutar das belezas naturais do rio Paiva.

Está localizada em plena Serra da Freita, na freguesia de Canelas – Arouca. Pode lá chegar através dos Passadiços do Paiva ou de carro pela estrada R326-1.

O local convida à prática de esportes náuticos e de aventura. Além disso, tem um pequeno bar de apoio com uma esplanada situada acima do areal com vista panorâmica para o rio e para a montanha.

3 – Garganta do Paiva

É um dos mais belos cartões de visita da Serra da Freita. A Garganta do Paiva corresponde a um segmento do rio Paiva onde o leito se torna mais estreito e se prolonga desde a Ponte de Alvarenga até ao Vau (G30). 

Pode ficar a conhecer a Garganta do Paiva durante o percurso dos Passadiços do Paiva ou de carro pela estrada R326-1 (junto à Ponte de Alvarenga, datada do século XVIII). Há estacionamento nas proximidades. 

4 – Aldeia da Paradinha

Localizada na freguesia de Alvarenga (Arouca), Paradinha é uma pequena aldeia de montanha, pertencente à rede Aldeias de Portugal.

As casas de xisto e ardósia, juntamente com o vale do rio Paiva ao fundo, formam um belo quadro em meio à natureza da Serra da Freita.

A Aldeia da Paradinha fica perto da Garganta do Paiva (10 minutos de carro) e a estrada de acesso que conduz ao povoado é a R326-1.

Durante a sua visita à Aldeia pode observar o típico casario de xisto e ardósia, os pequenos campos de cultivo em socalcos e a Praia Fluvial da Paradinha, com um belo parque de merendas e um bar junto ao rio. 

5 – Praia Fluvial Albergaria da Serra

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

Trata-se de um dos atrativos mais visitados da Serra da Freita. A Praia Fluvial de Albergaria da Serra fica entre as aldeias de Mizarela e Albergaria da Serra, perto do Miradouro da Cascata da Frecha da Mizarela.

Há zonas verdes para relaxar às margens do rio Caima, um snack-bar inserido numa casa de pedra, duchas, WC e um parque de estacionamento nas imediações.

A Praia Fluvial de Albergaria da Serra é ideal para famílias com crianças e bebés, amigos e pessoas idosas com mobilidade reduzida.

6 – Casa das Pedras Parideiras – Centro de Interpretação

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

As curiosas Pedras Parideiras da Serra da Freita são um fenómeno geológico único no mundo. Elas constituam um dos geossítios mais importante do Arouca Geopark.

As Pedras Parideiras provêm de uma rocha com uma dimensão de aproximadamente 1 km quadrado de um granito com tons ocre. Tem como minerais essenciais quartzo, ortoclase, albite, biotite e moscovite.

A erosão faz com que os seus nódulos se libertem da “pedra-​mãe” e acumulem no solo, gerando cavidades na rocha que lhe deram o nome de Pedras Parideiras. 

O Centro de Interpretação – Casa das Pedras Parideiras (CPP) está localizado na pequena povoação da Castanheira, a apenas 8 minutos de carro da Praia Fluvial da Albergaria da Serra. Vale a pena agendar uma visita!

Horário de funcionamento: das 09:30/10:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:00/17:30.

Preço do bilhete: 1€.

7 – Pedras Boroas do Junqueiro

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

Situadas no planalto da Serra da Freita, as Pedras Boroas do Junqueiro fazem parte da rede de geossítios do Arouca Geopark.

Este fenómeno incrível dá origem à criação de uma rede de fissuras poligonais nas partes da rocha mais erodidas que, na aparência, lembra uma côdea de broa de milho, e por isso as resolveram chamar: boroas. 

A atração está a menos de 10 minutos de carro do Centro de Interpretação – Casa das Pedras Parideiras. O acesso é feito pela estrada CM1237. Desde o estacionamento são apenas 150 metros a pé. Entrada gratuita!

8 – Miradouro São Pedro Velho da Serra

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

Quando visitar a Serra da Freita inclua no roteiro o Miradouro São Pedro Velho, uma das panorâmicas mais bonitas e abrangentes da região. Este marco define uma altitude de 1077 metros, um dos pontos mais altos da Serra da Freita. 

Quando o céu está limpo, o Miradouro permite observar o magnífico vale de Arouca, as elevações do Gamarão, o vale do Paiva, a Serra de Montemuro, o Douro Valley e as demais serranias a Norte deste rio, como as de Valongo e as minhotas até ao Gerês.

Girando o olhar, na direção Sul, avista-se a Serra do Caramulo, o Vale do Mondego, a Serra da Estrela e o Vale do Vouga.

Ainda na direção ocidental é possível avistar o Oceano Atlântico, que se estende aproximadamente desde a Póvoa de Varzim até à Serra da Boa Viagem (Figueira da Foz), com especial destaque para os braços da ria de Aveiro. Simplesmente imperdível no horário do pôr do sol!

9 – Panorâmica do Detrelo da Malhada

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

A Panorâmica do Detrelo da Malhada é um fantástico miradouro a perder de vista, na localidade de Moldes, em plena Serra da Freita e a 1099 metros de altitude.

Pode visitar o Detrelo da Malhada após a visita ao Miradouro de São Pedro Velho da Serra. São apenas 5 minutos de carro (2,8 km), percorridos pela estrada EM511.

Deste belo miradouro avista-se as elevações do Gamarão, o Vale do Paiva, a Serra de Montemuro, o encaixe do Douro Valley e as Serras da região de Valongo até ao Gerês.

Dica: Prepare a máquina fotográfica porque a Panorâmica do Detrelo da Malhada é um dos melhores locais para tirar fotos na Serra da Freita. Simplesmente espetacular!

10 – Monte e Capela da Senhora da Mó

O geossítio Panorâmica da Senhora da Mó situa-se num dos pontos mais elevados da vila de Arouca. Para além da vista deslumbrante, o Monte da Senhora da Mó é um local de culto religioso.

Neste ponto existe uma pequena Capela de arquitetura árabe, dedicada à Senhora da Mó, e que se acredita ter sido edificada durante o século XVI. 

Os festejos em honra da Senhora da Mó (padroeira dos campos, das colheitas e dos animais e protetora contra as secas e as trovoadas), decorrem anualmente nos dias 7 e 8 de setembro. 

11 – Mosteiro de Santa Maria de Arouca

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

Mosteiro de Santa Maria de Arouca: Visitar a Serra da Freita

Trata-se do mais importante monumento histórico da vila de Arouca, classificado Monumento Nacional, a 16 de junho do ano de 1910.

O Mosteiro de Santa Maria de Arouca é um edifício monástico constituído por igreja, coro, claustro, dormitórios e cerca.

De salientar a rica talha dourada da sala do coro e o magnífico órgão de tubo no interior da igreja, além da bela história de uma rainha: A Rainha Santa Mafalda.

A visita completa ao Mosteiro é guiada, e dura cerca de 1 hora, com informações valiosas sobre o monumento. Imperdível!

Endereço: Av. 25 de Abril 16, 4540-101, Arouca – Portugal

12 – Praça Brandão de Vasconcelos

Praça Brandão de Vasconcelos – Arouca: Visitar a Serra da Freira

Local central da vila de Arouca, com atrações históricas e ruas típicas ali bem perto. De frente para o Mosteiro de Santa Maria de Arouca, a Praça Brandão de Vasconcelos é um dos principais pontos de encontro de cultura. 

Este belo largo acolhe o Chafariz de Sobrado (composto por tanque octogonal com base e bordo saliente) a antiga Capela da Misericórdia, um anfiteatro natural em jeito circular, duas fantásticas tílias centenárias e diversos cafés com agradáveis esplanadas e restaurantes regionais para degustar comida típica. 

13 – Aldeia de Drave

Drave é uma aldeia desabitada e isolada do mundo. Está localizada numa cova profunda entre as Serras da Freita, de São Macário e da Arada, inserida no Arouca Geopark.

Esta Aldeia típica de montanha apresenta uma Capela e casas de pedra lousinha e cobertura de xisto, mas a maioria encontra-se em ruínas, infelizmente!

Os grandes atrativos de Drave são as vistas deslumbrantes das “Montanhas Mágicas” e as lagoas naturais formadas pelas águas azuis e cristalinas da Ribeira de Palhais. 

Entretanto, a única maneira de chegar a Drave é a pé. E já avisamos: o percurso não é fácil! Não pela distância, mas pela condição do piso cheio de pedregulhos, principalmente o primeiro 1,5km. 

O Trilho de cerca de 10 quilómetros (ida e volta), começa na aldeia de Regoufe (PR14: Aldeia Mágica). Obrigatório levar água e calçado apropriado para trekking!

Dica importante: Os melhores meses para visitar Drave são Maio e Junho, altura perfeita para desfrutar das lagoas (as atrações mais bonitas de Drave!). Durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro, as piscinas naturais costumam ficar secas. 

14 – Portal do Inferno e Garra

Belo miradouro natural, localizado em pleno coração do Maciço da Gralheira, com vista espetacular para as Serras de São Macário e da Freita.

O nome Portal do Inferno deve-se ao estreito local de passagem situado na extremidade que separa os vales escarpados com quase 1000 metros de altitude de penhascos e um maciço de xisto imponente.

Localizado na divisa entre o concelho de Arouca (Aveiro) e o de São Pedro do Sul (Viseu), este geossítio possui um elevado interesse panorâmico, sobretudo para a «Garra», que não é mais do que uma forma de relevo entrecortada por várias linhas de água, mais ou menos profundas, que faz lembrar a garra de uma águia.

Dica: chega-se ao Portal do Inferno de carro pelas estradas EM510 e EM567. A partir de Arouca são apenas 24 km de distância. Contudo, próximo ao Portal o percurso é sinuoso, por esse motivo a condução requer uma atenção redobrada. Está gostando das dicas sobre visitar a Serra da Freita? Salve o post nos favoritos!

15 – Ermida e Capela de São Macário

A Serra de São Macário é um local de interesse geológico que constitui um fantástico panorama da região oriental do imponente Maciço da Gralheira.

A partir desta serra também é possível vislumbrar as serras do Montemuro, da Estrela e do Caramulo, e o Vale de Lafões mais ao fundo.

Para além disso, é na Serra de São Macário que se encontra um dos mais pitorescos Santuários de Montanha da região, composto por duas pequenas ermidas ou capelas: a de São Macário de cima, e a de São Macário de baixo, construídas em memória de um eremita que, segundo a reza a lenda, se tornou santo e padroeiro desta serra.

Dica: Aconselhamos vivamente que visite a Serra de São Macário na primavera, altura em que as montanhas estão repletas de flores coloridas.

Cascatas na Serra da Freita e arredores

Se é fã de cascatas, poços e piscinas naturais, a Serra da Freita é um dos locais indicados para se deslumbrar. Umas quedas d’água maiores que outras, é certo, mas todas têm a sua beleza e encanto. Descubra a seguir as melhores cascatas a visitar na Serra da Freita e arredores. 

16 – Cascata da Frecha Mizarela

Cascata da Frecha Mizarela: Visitar a Serra da Freita

Arriscamos a dizer que uma das cascatas que mais gostámos de visitar na Serra da Freita foi a emblemática Cascata da Frecha Mizarela, alimentada pelas águas cristalinas do rio Caima.

Próxima da povoação de Albergaria da Serra (concelho de Arouca), a Cascata da Frecha Mizarela está localizada em pleno rochedo granítico do planalto da Serra da Freita, a uma altitude de cerca de 910 metros.

A queda d’água é uma das mais altas de Portugal e avista-se do chamado Miradouro da Frecha da Mizarela. O acesso ao Miradouro é fácil e pode lá chegar tranquilamente de carro, o Google Maps ensina o caminho. 

No entanto, se pretende explorar a base da cascata e ir dar uns mergulhos nas lagoas naturais, não se esqueça de levar roupa confortável, traje de banho e calçado adequado para trekking, bem como chapéu e água.

O Trilho da Frecha da Mizarela tem a designação de PR7, “Nas Escarpas da Mizarela”, é uma caminhada circular, de 8 km de distância, com início no Parque de Campismo do Merujal ou no Miradouro da Frecha da Mizarela. O percurso pedestre não é fácil, mas a paisagem envolvente compensa tudo, e rende fotos lindas!

17 – Cascata das Aguieiras

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

A encantadora Cascata das Aguieiras é alimentada pelas águas da ribeira das Aguieiras que, após atravessarem a freguesia de Alvarenga, despencam pelas escarpas graníticas do rio Paiva, cujo cenário é de grande beleza natural.

A imponente queda d’água pode ser contemplada a partir de um belo miradouro integrado nos Passadiços do Paiva, um dos atrativos turísticos mais visitados da Serra da Freita. A não perder!

18 – Pocinho do Amor

Destino encantador e que rende experiências maravilhosas! Localizado em Drave, a Aldeia Mágica pertencente à rede de percursos pedestres do Geoparque de Arouca, o Pocinho do Amor é o recanto perfeito para relaxar a dois.

A piscina natural de águas azuis e cristalinas, estão cercadas por um lindo cenário preenchido pela vegetação nativa e uma ponte de xisto atrás da pequena queda d’água.

Para lá chegar, há que percorrer um Trilho de cerca de 10 quilómetros (ida e volta), desde aldeia de Regoufe (PR14: Aldeia Mágica), como já referido no texto acima.

Dica importante: Os melhores meses para visitar Drave são Maio e Junho, altura perfeita para desfrutar das lagoas (as atrações mais bonitas de Drave!). Durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro, as piscinas naturais costumam ficar secas. 

19 – Lagoa da Ribeira de Palhais

Seu atrativo não está propriamente na altura da queda d’água, mas sim na lagoa natural de água azul e translúcida, que rende uma das paisagens mais cênicas da Serra da Arada, inserida no Arouca Geopark.

A Lagoa da Ribeira de Palhais fica escondida em Drave, a poucos metros de distância do Pocinho do Amor e dum pequeno parque de campismo e de merendas. A partir daí, o acesso é feito por um belo trilho, vencido em 5 minutos.

Dica importante: Os melhores meses para visitar Drave são Maio e Junho, altura perfeita para desfrutar das lagoas (as atrações mais bonitas de Drave!). Durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro, as piscinas naturais costumam ficar secas. 

20 – Poço Azul

O Poço Azul é um lugar especial às portas da Serra da Freita. Com águas transparentes para um bom banho, as piscinas naturais são uma das atrações favoritas entre os turistas que visitam o Maciço da Gralheira.

As quedas d’água são pequenas, mas o principal poço com mais de 3 metros de profundidade, é simplesmente maravilhoso!

O Poço Azul é formado pelas águas da ribeira da Landeira. A água é tão transparente que permite ver o fundo do poço, e quem mergulha consegue ainda enxergar a grande pedra que dá tons de azul e verde à água. Espetacular!

Além da paisagem deslumbrante encontrada por ali, os visitantes ainda podem desfrutar de um belo e agradável parque de merendas repleto de árvores frondosas. 

O Poço Azul faz parte da chamada “Rota da Água e da Pedra das Montanhas Mágicas”. Para lá chegar você precisa viajar até à pequena aldeia de Sabrosa, a cerca de 4 Km de Santa Cruz da Trapa (concelho de São Pedro do Sul).

Chegando na povoação estacione o carro no Largo do Cruzeiro, e depois siga a pé durante 500 metros até ao poço. No largo da aldeia há uma placa que indica o caminho. 

21 – Poço Negro

 

O Poço Negro é um dos nossos refúgios preferidos às portas da Serra da Freita. Espere encontrar uma enorme piscina natural de cor verde diamante, que alia as águas fascinantes do rio Teixeira às pedras graníticas polidas pela erosão milenar, numa harmonia perfeita para os sentidos.

O Poço Negro está localizado próximo de Sernadinha, uma pequena povoação mesmo ao lado da aldeia de Manhouce, no concelho de São Pedro do Sul.

Uma vez em Sernadinha vai encontrar placas indicando o caminho para o Poço Negro, a mais famosa atração local da região. O acesso pode ser feito de carro ou a pé, por um estradão de terra batida de aproximadamente 1,5 km.

Se optar por descer até ao rio de carro, estacione junto ao parque de merendas, que fica a 300 metros após passar pelo portão verde.

A partir do parque desça pelo trilho à esquerda que conduz ao poço (50 metros). O acesso é sinuoso, por isso recomenda-se cautela na descida para os banhos. 

22 – Poço da Silha

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer 

O Poço da Silha está localizado em pleno Maciço da Gralheira, às portas da Serra da Freita. É um local de rara beleza, muito acessível a partir de Manhouce, pequena aldeia de montanha, no concelho de São Pedro do Sul. 

E o acesso, com uma trilha de apenas 1,5 km (ida e volta), não é tão difícil, o que a torna um bom passeio para todas as idades. 

O rio Teixeira, considerado um dos rios mais bonitos da Europa, é o responsável por alimentar este poço de águas cristalinas sem igual e puras dando um toque azul-esverdeado ao poço.

Mesmo no verão, a temperatura da água é fresca, mas quem resiste a um belo mergulho nesta paisagem encantadora?

23 – Cascata e Poço da Barreira

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

A Cascata e Poço da Barreira é um dos mais belos tesouros do Maciço da Gralheira. Fica num vale apertado e numa paisagem natural deslumbrante, que combina harmoniosamente os tons verde da vegetação nativa com os tons ocre da rochas polidas pela erosão.

A queda d’água que aqui ocorre é alimentada pelo rio Teixeira, que alimenta uma piscina natural fantástica, muito convidativa a mergulhos refrescantes nas tardes quentes de verão. 

Este é mais um local perfeito para abraçar a tranquilidade, fugir da correria das cidades barulhentas e se aventurar pela natureza.

A Cascata e Poço da Barreira está localizada junto à CM1232, a apenas 600 metros do centrinho da aldeia de Manhouce.

Após estacionar o carro junto à Ponte sobre o rio Teixeira, vai encontrar uma placa com a sinalização para o Poço da Barreira.

O acesso à parte de cima da queda d’água é super fácil (50 metros a pé), mas tenha atenção na descida para os banhos. 

24 – Trilhos e Percursos Pedestres na Serra da Freita e Arouca Geopark

A Serra da Freita é um prato cheio para quem gosta de caminhadas e atividades ao ar livre. Como tal, há que calçar as botas de trekking e explorar os melhores percursos pedestres da Serra da Freita.

Verifique a seguir a lista dos Trilhos mais bonitos e que não pode perder quando visitar a Serra da Freita. 

PR1 Caminhos do Montemuro – 19 km

PR2 Caminhos do Vale do Urtigosa – 11 km

PR3 Caminhos do Sol Nascente – 13 km

PR4 Cercanias da Freita – 13 km

PR5 Livraria do Paiva – 3 km

PR6 Caminho do Carteiro – 6 km

PR7 Nas Escarpas da Mizarela – 8 km

PR8 Rota do Ouro Negro – 6 km

PR10 Rota dos Aromas – 11 km

PR11 Trilho das Levadas – 11 km

PR13 Na Senda do Paivô – 4,5 km

PR14 Drave, a Aldeia Mágica – 4 km

25 – Gastronomia na Serra da Freita

Serra da Freita: cascatas e locais a visitar, roteiro com o que ver e fazer

A Vitela assada e a Posta Arouquesa (laminada e servida em tábuas de madeira), são os pratos mais afamados da Serra da Freita, dada a qualidade da carne e a mestria dos temperos.

Mas o tradicional Cabrito assado no forno a lenha, o Bacalhau com Broa e o Ensopado de Borrego são também pratos muito apreciados na região.

Os enchidos recomendam-se e… quanto aos doces conventuais, a variedade é tanta que o difícil é mesmo escolher. Há castanha doce, morcelas, barriga de freira ou charutos de ovos moles, do único produtor de doces conventuais de Arouca. Vale a pena provar!

Para comer bem vá aos restaurantes Parlamento e Assembleia, ambos localizados em plena Rua da  Travessa da Ribeira 2, 4540-148, Arouca (Centro Histórico da Vila). 

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Ficamos super felizes em ajudar no planejamento da sua viagem. Esperamos que tenha gostado das nossas dicas e sugestões. Obrigada pela visita e seja sempre bem-vindo (a) ao blog!

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Reykjavik cheap eats: Save on restaurants, cafes and bars

Eating out in Iceland is not usually a budget option, except for take-out foods like hot dogs, burgers, and fish & chips. For those of us who would like to eat well and affordably, here are some ways to save on food in Reykjavik.

Note: This article is part of our budget travel guide to Iceland.

Supermarkets

The Icelandic supermarket will be your best friend if you really want to keep your food costs down. Kronan and Bonus are both discount chains that can feed you for just a few dollars a day.

If your hotel or hostel has kitchen facilities, consider at least a few meals that you can cook yourself, and then you’ll have a little extra left over for the nights you do want to go out. Shopping at the supermarket lets you taste local Icelandic specialties like fish and lamb without shelling out a small fortune. And don’t leave the market without picking up a few types of licorice candy, the local sweet treat that everyone loves!

Reykjavik cheap eats

The prices at restaurants and bars in Reykjavik can add up quickly, but here are some budget options:

  • For a delicious local delicacy at a good price, try a bowl of lobster soup at Saegreifinn
  • For a hearty and healthy lunch along the main drag in Reykjavik, Glo serves up delicious salads and sandwiches.
  • Food halls offer a fun, affordable way to eat out in Reykjavik. You’ll find everything from fish and chips to lamb burgers at Grandi Matholl and Hlemmer Matholl (a renovated bus station).
  • Pop into Brauð & co for delicious (and affordable) organic pastries that are so good they usually sell out before the end of the day.
  • The student cafe, Háma, at the University of Iceland is a good spot for lunch with daily specials for under $10.
  • Coffee shops we like include Reykjavik Roasters and the classic Mokka that’s been serving espresso since 1958.
  • For a hot dog, try Bæjarins Beztu Pylsur, a very popular stand in the center of town that has been open for decades.

Pastries from Brauð & Co and coffee from Reykjavik Roasters. Photo: Craig Nelson

Happy Hours

Iceland is famous for consuming large quantities of beer — and the even larger price tags that come with those pints. Taxes on alcohol are off the charts, and a beer can easily set you back $10. However, there are several excellent happy hour deals around town. If you love good beer, check out Skúli Craft Bar during happy hour where you can sip local brews at the outdoor picnic tables. There’s also an app, Appy Hour Reykjavik, that you can download to find the nearest (and cheapest) cocktail.

Kaffibarinn is a popular bar in Reykjavik. Photo: halighalie

Nightlife

Even though Iceland is tiny (about 350,000 population), the music scene has produced an impressive number of world-famous acts from Björk to Sigur Rós and GDRN. The nightlife scene is hopping with dance clubs with DJs, bars that get packed on the weekend (like Kaffibarinn), and plenty of live music venues as well as numerous festivals throughout the year like Iceland Airwaves that draw fans from around the world.

The Reykjavik Grapevine offers detailed listings for movies, music, performing arts, and much more. You can pick up a copy around town or check their website before you hit the town.


Our guide to budget travel in Iceland

Read more in our guide to saving in Iceland:

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